Farmacêutico conferindo estoque de medicamentos no balcão da farmácia

Compartilhe com sua rede

Compartilhe no FacebookCompartilhe no Facebook
Gestão de Estoque

Como Fazer Controle de Estoque em Farmácias

O controle do estoque é, sem dúvida, um dos pilares da saúde financeira de qualquer farmácia. Cada caixa de remédio, cada cosmético e cada produto de higiene pessoal representam valor investido, responsabilidade regulatória e, claro, a confiança do consumidor.

Gerenciar essa variedade de itens, muitos deles com validade curta, nunca foi tarefa fácil. Ainda assim, com organização, tecnologia certa e conhecimento, é possível evitar prejuízos e transformar o estoque em um aliado do crescimento.

Neste guia, o leitor descobre formas práticas e eficiente de organizar, analisar e automatizar rotinas fundamentais do dia a dia na farmácia, sempre com o olhar de quem já enfrentou os principais desafios do setor e conhece as soluções que fazem diferença na prática.

Por que o controle de estoque é tão relevante para farmácias?

Gerenciar o estoque de uma farmácia não é só uma questão de manter as prateleiras abastecidas. Na rotina, pequenas falhas, como um produto vencido ou fora de estoque, prejudicam a imagem e podem engolir parte do lucro. Toda decisão de compra, oferta e precificação passa, direta ou indiretamente, pelo controle bem feito das entradas e saídas de mercadorias.

Gestão de estoque é o coração da farmácia.

O setor de medicamentos ainda exige controle rígido por conta da legislação. Remédios controlados, produtos do Farmácia Popular e programas de PBM (Programas de Benefício em Medicamentos) aumentam a responsabilidade do varejista. Um erro no registro ou uma falta não notada pode significar não só uma venda perdida, mas também multas ou até mesmo a suspensão de atividades pelo órgão regulador.

Estoque desorganizado gera perdas, enquanto estoque bem controlado representa lucro garantido.

A experiência mostra que farmácias que dominam essa gestão conseguem comprar melhor, negociar com mais segurança e crescer de forma sustentável, evitando surpresas desagradáveis ao fim do mês.

Falhas comuns no estoque de farmácias e como fugir delas

Mesmo as farmácias mais experientes já enfrentaram, pelo menos uma vez, dificuldades com estoque. Entre as falhas típicas, destacam-se:

  • Falta de controle das datas de validade e vencimentos.
  • Ausência de inventários periódicos.
  • Compra excessiva de itens de baixo giro.
  • Desorganização física do estoque, dificultando o acesso e a identificação.
  • Perda de vendas por itens indisponíveis no momento mais importante.
  • Erros no registro manual de entradas e saídas.

Situações assim resultam em perdas financeiras, multas e atritos com clientes.

Mapear as falhas recorrentes e adotar um sistema confiável de gestão reduz drasticamente perdas.

Como registrar entradas e saídas de mercadorias

No centro do gerenciamento está o registro correto de cada produto que entra e sai do estoque. O processo pode parecer trabalhoso, mas, na prática, protege o caixa e evita furos difíceis de explicar ao contador e ao próprio dono.

Cada entrada e saída registrada é uma garantia contra prejuízos.

O registro manual, geralmente feito em fichas, cadernos ou planilhas, pode atender negócios muito pequenos. Porém, erros de digitação, esquecimentos e registros duplicados são obstáculos comuns nesse método.

Um sistema de gestão instalado, como o da Apogeu Tech, automatiza e integra esses lançamentos ao financeiro da farmácia, garantindo precisão e agilidade.

No sistema, a entrada é registrada ao dar baixa da nota fiscal e a saída, no ato da venda no PDV. Esse cruzamento em tempo real diminui erros e simplifica o fechamento diário.

Métodos mais eficazes para conferir o estoque

Existem diversos métodos para manter o estoque sob controle. É possível adotar um ou combinar diferentes estratégias, dependendo do porte e da rotina da farmácia:

  • Curva ABC: classificação dos produtos em A (alta demanda), B (demanda intermediária) e C (baixa demanda). Ajuda a dar prioridade no controle daqueles que mais impactam o negócio.
  • PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai): método voltado para itens perecíveis, como medicamentos com curta validade.
  • Inventário rotativo: checagem periódica e parcial do estoque, sem precisar parar tudo para fazer contagem geral. Indicado para empresas ativas o ano inteiro.

Cada método tem vantagens e pode ser combinado segundo o tamanho da farmácia e o volume de itens comercializados. O fundamental é garantir que nenhum produto “escape” do controle, principalmente os de alto valor agregado.

Farmacêutica conferindo frascos e caixas em prateleira de estoque Validade dos medicamentos: desafios e soluções

Nenhum ambiente do varejo sente tanto o impacto da validade quanto uma farmácia. Produtos vencidos representam perda total e riscos severos de penalidades legais. Daí a necessidade de estabelecer um processo contundente para acompanhar as datas de vencimento.

Acompanhar de perto as validades é o primeiro passo para evitar desperdícios e manter a reputação da farmácia intacta.

Algumas boas práticas, reforçadas por especialistas e amplamente adotadas são:

  • Separar um setor específico só para produtos próximos ao vencimento;
  • Fazer promoções locais para acelerar a venda dos itens em questão;
  • Registrar a validade de cada produto no sistema, com alertas automáticos;
  • Treinar a equipe para identificar e remover rapidamente itens vencidos ou muito próximos ao prazo final.

Farmácias do Nordeste, especialmente aquelas atendidas pela Apogeu Tech, relatam que sistemas especializados fazem toda diferença, pois eles sinalizam produtos prestes a vencer e integram essa rotina ao setor de compras.

Diferentes formas de fazer o controle: manual ou automático?

Historicamente, muitas farmácias de pequeno porte começaram registrando tudo no papel ou em planilhas eletrônicas. Esse método pode atender de início, mas conforme o movimento cresce, surgem entraves: informações descentralizadas, dificuldade de acesso, falhas humanas no registro e ausência de relatórios.

Um dos maiores ganhos no controle é apostar em sistemas instalados, que unem os setores e minimizam riscos.

Gestores relatam que, ao migrar para um ERP que centraliza as informações, como acontece com o sistema local e integrado da Apogeu Tech, os principais benefícios são:

  • Redução de tempo nos processos de compra e venda;
  • Visão clara sobre produtos de maior e menor giro;
  • Identificação automática de itens em falta ou excesso;
  • Agilidade na conferência e no fechamento mensal.

Farmácias que ainda utilizam controles manuais podem, inicialmente, enxergar vantagens no baixo custo. Contudo, os relatos de perdas frequentes, retrabalho na conferência e limitações no planejamento financeiro acabam pesando mais a longo prazo.

Como um sistema instalado e integrado transforma o estoque

A diferença entre um controle feito à mão e um sistema instalado (reconhecido por sua robustez e eficiência) está na integração de dados, agilidade no dia a dia e facilidade de acesso a informações estratégicas. O ERP da Apogeu Tech, por exemplo, conecta vendas, compras, estoque e até o financeiro em um só ambiente.

Tela de sistema ERP de farmácia mostrando entradas e saídas de estoque Sistemas integrados eliminam retrabalho e trazem dados confiáveis para decisões rápidas.

Além de registrar automaticamente as movimentações, um bom ERP calcula estoque mínimo e máximo, alerta sobre itens escassos, exibe relatórios completos e pode ser parametrizado de acordo com o modelo de negócio do cliente.

Outro recurso importante é a integração com pontos de venda (PDV), Farmácia Popular, PBM, recebimentos via Pix e plataformas de delivery, ferramentas que aumentam o faturamento e ainda promovem o controle automático das movimentações.

Passo a passo para uma organização eficiente do estoque

A organização física influencia diretamente na capacidade de controle. Saber exatamente onde cada produto está e em qual quantidade reduz o tempo de atendimento e diminui o risco de perdas.

  1. Defina setores para cada categoria: medicamentos, perfumaria, suplementos, descartáveis, etc. Utilize etiquetas e mapas simples.
  2. Mantenha o estoque limpo e arejado: isso preserva os produtos e facilita a localização.
  3. Priorize itens por validade: os mais próximos do vencimento devem ficar acessíveis e sinalizados.
  4. Registre entradas e saídas diariamente: quanto menor a defasagem, menor o risco de erro.
  5. Adote periodicidade rígida para inventário: pode ser semanal, quinzenal ou mensal, dependendo do porte.

Essas etapas ajudam o time a manter o controle e permitem detectar desvios rapidamente.

Como definir estoque mínimo e máximo?

Estocar pouco expõe a farmácia à falta de produtos e perda de vendas; estocar demais aumenta o risco de perdas por vencimento ou imobilização de capital. O ideal é definir limites com base no histórico de vendas, prazo de entrega dos fornecedores e sazonalidade.

O estoque mínimo é o ponto de alerta; o máximo, o teto seguro para não sobrecarregar o espaço e as finanças.

No sistema de gestão instalado, como o da Apogeu Tech, é possível cadastrar esses parâmetros e receber avisos automáticos quando se aproximam os limites definidos. Assim, o comprador age preventivamente e negocia melhor, evitando compras emergenciais que saem mais caras.

A definição desses limites passa por análise dos relatórios de vendas, média de consumo e margens de segurança, tudo integrado, caso a farmácia utilize uma solução especializada.

Gráfico simples de barras comparando estoque mínimo e máximo de remédios Integração do estoque com vendas e finanças

O maior erro é tratar os setores como ilhas. Quando o estoque “conversa” com o financeiro e o PDV, o gestor sabe exatamente quanto vendeu, o que precisa repor e quanto pode investir no próximo pedido.

A integração evita furos de caixa e permite um acompanhamento fiel da saúde do negócio.

No sistema instalado, o saldo de estoque baixa automaticamente a cada venda e, quando chega mercadoria, a entrada já reflete no financeiro, simplificando a conciliação e o fluxo de caixa.

Além disso, o histórico detalhado garante facilidade na reposição e pode ser exportado para planilhas quando o gestor gosta de analisar à moda antiga.

Equipe de farmácia analisando dados integrados de estoque e vendas

Pontos decisivos na escolha do software de controle

Ao analisar diferentes opções no mercado, o gestor deve avaliar:

  • Experiência do fornecedor com farmácias;
  • Escopo de integrações (Farmácia Popular, PBM, delivery, Pix);
  • Atendimento próximo e consultivo;
  • Operação offline estável, sem depender de internet 24h;
  • Usabilidade simples e treinamento claro para toda a equipe.

Enquanto empresas concorrentes focam mais em redes grandes e sistemas complexos, a Apogeu Tech optou pelo foco no pequeno e médio empreender do Nordeste, garantindo acolhimento e proximidade, sem burocracias.

Uma escolha assertiva é aquela que combina tecnologia, seriedade e suporte, valorizando a história do cliente e o futuro da farmácia.

Agora que você já sabe a importância de saber como fazer controle de estoque

Manter o estoque na farmácia em dia é sinônimo de tranquilidade para o caixa, para a equipe e, principalmente, para o cliente. Do registro das mercadorias à integração dos setores, o segredo está em processos claros e, sempre que possível, automatizados, sem abrir mão da proximidade humana.

A Apogeu Tech acredita que farmácia organizada é farmácia forte, pronta para crescer com segurança no Nordeste.

Quem busca simplificar a rotina, vender mais e acabar com as dores de cabeça no estoque, pode entrar em contato para conhecer o sistema e as soluções sob medida para o seu dia a dia. O convite está feito: faça parte do time que mais entende o varejo farmacêutico nordestino.

Perguntas frequentes sobre o controle de estoque em farmácia

Como organizar o estoque da farmácia?

O estoque da farmácia deve ser organizado por categorias (medicamentos, perfumaria, genéricos, etc.), com prateleiras específicas para itens próximos do vencimento, etiquetas visíveis e espaço arejado para facilitar a localização. O uso de mapas do estoque e a definição de responsáveis por setores ajudam a manter a ordem. Produtos com maior giro devem ficar mais acessíveis, enquanto os de baixa rotatividade podem ser armazenados em áreas secundárias, sempre respeitando as normas sanitárias.

Quais são os principais erros no controle de estoque?

Entre os erros mais comuns estão o registro manual descuidado, a falta de inventários periódicos, ausência de controle de validade, estoques desatualizados e desorganização física. Outro equívoco frequente é não integrar estoque às rotinas financeira e comercial, dificultando decisões de compra, precificação e negociações com fornecedores.

Existe software para controle de estoque em farmácia?

Sim, há softwares especializados que integram vendas, estoque, financeiro e exigências do setor farmacêutico, como Farmácia Popular e PBM. O sistema desenvolvido pela Apogeu Tech, por exemplo, foi desenhado para pequenas e médias farmácias, roda instalado no computador, funciona offline e conta com suporte dedicado, o que garante estabilidade e personalização, ao contrário de muitas opções convencionais.

Como evitar perdas de medicamentos no estoque?

A melhor forma é acompanhar rigorosamente as datas de validade, priorizar a venda dos produtos que estão para vencer, usar sistemas que avisem sobre prazos críticos e manter inventários rotativos. Além disso, promoções em itens próximos ao vencimento e treinar a equipe para identificar rapidamente riscos garantem ação rápida antes do prejuízo acontecer.

Com que frequência devo revisar o estoque?

O recomendado é revisar os itens de alto giro semanalmente e o restante no mínimo a cada mês, com inventários completos a cada 3 a 6 meses. Farmácias com fluxo intenso ou grande variedade podem optar pelo inventário rotativo, diminuindo interrupções na operação e percebendo desvios com antecedência.

Compartilhe com sua rede

Compartilhe no FacebookCompartilhe no Facebook